Em Aparecida-SP cerca de um quilometro ao
sul, ergue-se o morro do Tabuleiro (nome antigo atribuído aos primeiros colonizadores
da região) que se estende até o município de Roseira. Hoje esse morro “pelado”
substitui as verdejantes e extensas matas nativas.
A partir da segunda metade do século XIX, a
ocupação de Aparecida e região com a cultura cafeeira e posteriormente com a
pecuária leiteira teve efeitos devastadores sobre a cobertura vegetal original,
predominantemente de mata Atlântica. Somente as terras com declividades
acentuadas ou de acesso muito difícil foram poupadas.
As margens da rodovia Presidente Dutra, na
altura do trevo vêem-se um fragmento mal tratado da mata nativa.
Tinha cerca de dez anos de idade quando
escutei pela primeira vez a lenda do “Corpo Seco”, contado à beira da calçada
por uma figura típica de contador de causo, o saudoso senhor Benedito Resende. Desde
aquele tempo o fragmento de mata mencionado já era conhecido como “Mata do
Corpo Seco”.
Para o design da capa a foto da “Mata do
Corpo Seco” serviu de inspiração. Veja a seqüência das fotos abaixo.
| "Mata do Corpo Seco" |
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| Detalhe da foto que foi utilizada |
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| Foto estilizada para Preto & Branco |
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| Estilização da foto |
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| Design concluído |












