domingo, 31 de agosto de 2014

Design da Capa do Livro “TAMBIRA a lenda”

Em Aparecida-SP cerca de um quilometro ao sul, ergue-se o morro do Tabuleiro (nome antigo atribuído aos primeiros colonizadores da região) que se estende até o município de Roseira. Hoje esse morro “pelado” substitui as verdejantes e extensas matas nativas.
A partir da segunda metade do século XIX, a ocupação de Aparecida e região com a cultura cafeeira e posteriormente com a pecuária leiteira teve efeitos devastadores sobre a cobertura vegetal original, predominantemente de mata Atlântica. Somente as terras com declividades acentuadas ou de acesso muito difícil foram poupadas.
As margens da rodovia Presidente Dutra, na altura do trevo vêem-se um fragmento mal tratado da mata nativa.
Tinha cerca de dez anos de idade quando escutei pela primeira vez a lenda do “Corpo Seco”, contado à beira da calçada por uma figura típica de contador de causo, o saudoso senhor Benedito Resende. Desde aquele tempo o fragmento de mata mencionado já era conhecido como “Mata do Corpo Seco”.
Para o design da capa a foto da “Mata do Corpo Seco” serviu de inspiração. Veja a seqüência das fotos abaixo.

"Mata do Corpo Seco"

Detalhe da foto que foi utilizada
Conversão da foto em Preto & Branco 

Foto estilizada para Preto & Branco

Estilização da foto


Design concluído






sábado, 30 de agosto de 2014

Thriller histórico com uma pitada de terror



Eu tinha uma história de terror para contar, e achei que ela seria mais interessante se contada no estilo de um thriller histórico. Comecei a escrever tudo com muita pesquisa e recheado de informações interessantes. Gostei do resultado. Confira!

sábado, 23 de agosto de 2014

Leia um trecho de "TAMBIRA a lenda"

Capa do livro
Capítulo 1

     Um pensamento passa pela cabeça de Antônio Manuel Alves da Silva enquanto ele consulta seu relógio de bolso, olhou em volta mais uma vez e dirigiu-se rapidamente para a porta de saída.
     Foi na primavera de 1833, que Antônio chegou a Corte do Rio de Janeiro vindo de Portugal, com sua família, a esposa Joana Cardoso da Silva e seu único filho de 10 anos Joaquim Cardoso da Silva. Tão logo saiu do saguão de desembarque do cais do porto, Antônio logo foi perseguido por dezenas de negros escravos que se ofereciam para transportar suas bagagens. Antônio, então foi obrigado a recorrer a esses escravos carregadores. Como cada carregador só podia conduzir uma mala à cabeça, a família viajante recém-chegada teve que acompanhar, a passos lentos, uma longa “fila indiana” de sete negros conduzindo suas bagagens.
     Da praça XV, passaram pela Rua da Alfândega, Rua da Quitanda e chegaram à Rua do Ouvidor. Era pouco mais das duas da tarde. Muita gente, andando de um lado para o outro, o movimento de sempre. A família sentia-se confusa e aturdida, receberam daquela agitação os empurrões de costume. Os carregadores, transpunha, rasgavam ou contornava a multidão com muita habilidade e tranqüilidade. Uma quadra depois chegaram a um suntuoso sobrado. A edificação foi erguida como residência da família do cafeicultor português Antônio Gonçalves Neto que iria hospedar a família que chegara de viagem.

     Do Rio de Janeiro segue Antônio Manuel para a vila de Bananal. Naquela época, Bananal já era o segundo maior produtor de café da província de São Paulo. As terras férteis e o clima propício atraiam grandes investimentos. Encantado pela região, Antônio Manuel adquire o espólio da fazenda Ouro Verde onde pretende dar continuar com a, então, lucrativa cultura do café.

Lançamento do livro TAMBIRA a lenda


Ontem (22 ago.) a Estação Ferroviária de Guaratinguetá-SP, foi palco de um evento cultural o lançamento do livro "TAMBIRA a lenda". Confira fotos de Gilberto Borges.

O autor J. Carlos Ribeiro
Michele, estudante
Lenita Alckimin, Advogada
Silvia Helena, empresária
Gilberto Gomes, artista plástico
José Diniz, jornalista e correspondente internacional